segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Alter do Chão- Um paraíso encravado no Pará - Capítulo 2- Praia Cajueiro e Ilha do Amor - Leiam mais.........

02/09/2019- Segunda feira -  Conhecendo e nos deliciando com Alter  do Chão e suas surpresas .


Nessa primeira manhã em Alter das belezas, acordamos um pouco mais tarde e chegamos para o café da manhã às 9:30 hs , sendo que o horário final  é até as 10:00 hs , então já havia um certo desabastecimento , mas no geral essa refeição matutina é boa : algumas frutas , frios , sucos naturais , doces e um detalhe importante , tinha uma moça que fazia as tapiocas e os mexidos de ovos , do jeito que as pessoas desejavam e na hora .

Como a praia do Cajueiro fica a uns 70 mts da pousada , foi a primeira que fomos conhecer , então vamos lá e o que encontramos foi o seguinte : alguns grandes cajueiros realmente tomam conta do  finzinho dessa praia  e lá muita gente arma a rede e ficam curtindo um ócio criativo, notamos que alguns quiosques estão fechados e apenas um, o maior, está em funcionamento . São mesas com guarda sóis  à beira do rio , onde ficamos com os pés e a canela  submersos, enquanto se aproveita o sol e a beleza do lugar.

Somos atendidos ali naquela preguiça  pelo John, um colombiano muito simpático, que nos serviu  algumas cervejas Petra puro malte ao valor de R$10,00. Ele também nos trouxe 3 tipos de peixes que eles servem lá , cada um tem um tamanho e peso (Tucunaré , Tambaqui e o Matrinxã ).   De frente para a praia em que estávamos,  há  apenas algumas centenas de metros , fica a "Ilha do Amor" , que só aparece , quando se inicia o tempo de seca , aliás  isso praticamente acontece com todas as praias  . Há também ambulantes vendendo banana ships e outros salgadinhos . Eu detestei  e a Silvia adorou.

Após ficarmos um tempo , tomando banho de rio e secando , John nos apresenta a um jovenzinho muito simpático , chamado Marcelo, que tem um pequeno barco a motor e  que negocia conosco  preços  para alguns passeios , acabamos resolvendo  fechar com ele . Aconteceu um fato engraçado, quando fui entrar no barco , o mesmo se movimentou , então fui arremessado para fora  e caí um tombo na areia , Marcelo  achou que eu estivesse tonto da cerveja , mas foi trapalhice mesmo. 

                                                            Iha do Amor

Pela quantia de R$10,00 por pessoa,  Marcelo nos leva então para esse local paradisíaco  e lá pudemos explorar os dois lados . Enquanto fazíamos um reconhecimento dessa ilha, fazendo uma boa caminhada , aconteceu outro fato engraçado, eu falei para a Silvia : olha tem câmeras de vigilância  aqui na praia , na verdade  eram dois galhos de coqueiro que faziam muito bem o formato
de câmeras, rimos muito .  Acabamos nos aconchegando em um dos quiosques  e curtindo aqueles prazeres banais . No lado em que estávamos,  o rio ali já é chamado de Lago Verde.

Finalmente, resolvemos ir de volta para a área central de Alter, como não achávamos o Marcelo, voltamos de barco à remo (R$5,00 por pessoa) e fomos para a praça central , onde provamos nas barracas o famoso Tacacá e o Vatapá  (R$10,00 o prato). O Tacacá tem aquela goma da mandioca, o jambu , que dizem,  dá dormência na boca,  alguns camarões  e caldo de pimenta de cheiro com Tucupi, que é extraído da raiz da mandioca . Depois subimos a rua lateral do mercado Mingote e vamos visitar duas grandes lojas de artesanato , que há no local , depois voltamos e compramos dois chopões , que são na verdade , aqueles sacolés ou geladinhos, como conhecemos por aqui. Depois eu ainda chupei um sorvete na praça delicioso , sempre tendo Silvia como sócia , o sabor era (Cupuaçu com castanhas ). Retornamos para a Pousada em torno de 19:30  hs.

Como estávamos com fome noturna e não queríamos  voltar para a praça , uma moça da pousada indicou para a Silvia uma hamburgueria que fica a um quarteirão e meio de onde estávamos . Assim,  lá vamos nós , o lugar chama-se X BOM , o engraçado é que do lado tem uma  casa de sucos e depois uma casa que vende batatas fritas, tudo da mesma família , porém as casas não se comunicam . Eu e Silvia pedimos um BURQUEIJO , que foi uma lanche maravilhoso e tem preço justo (R$13,00 ) cada, o único problema do lugar é o atendimento , que é muito displicente e demorado .

Nossa segunda feira estava encerrada , vamos para a Pousada e dormimos o sono dos justos , ao som do ar condicionado bem fresquinho  . Até agora Alter do Chão só nos surpreendeu positivamente .






























































    

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

De Brasilia a Alter do Chão- Um paraíso encravado no Pará - Capítulo 1- Leiam mais ...............

31/08/2019- Sábado - Revendo amigos muito queridos em Brasilia - Uma chácara deliciosa  em Sobradinho. 


Mais uma vez eu ( Fernando) e Silvia,  arrumamos as malas e zarpamos para mais uma "Aventura da  Viagem", dessa vez estaremos indo rumo ao desconhecido (para nós), na região norte do país .

Antes porém , de acordo com a nossa programação , sairemos de São Paulo- Congonhas no voo das 7:40 hs desse sábado e chegaremos  no Distrito Federal às 9:30 hs , de lá pegaremos um UBER até o Shopping Center de Sobradinho , que é uma das cidades  satélites de Brasilia e encontraremos o Ademir Maranho (eterno Magrão)  na entrada do estacionamento , que é pequeno, ao nos encontrarmos,  trocamos abraços bem saudosos e afetuosos , afinal nos conhecemos ha muito tempo.

Para esclarecer, o Magrão mora  na região  central da  cidade em apartamento e tem esse refúgio , que eles chamam de "Fazendinha " a 5 kms de distância . Então,  vamos primeiro para a residência urbana de nosso  amigos e lá conhecemos sua família : sua esposa Ana Lúcia ,  que é a simpatia em pessoa e seus filhos : Matheus e Thiago . Nos é oferecido um café e em seguida vamos para a chácara .

Nem preciso dizer  que foi um sábado maravilhoso , o Magrão e a Ana  foram anfitriões excepcionais , além disso a beleza do lugar nos dava aquela sensação de preguiça gostosa . A casa é espaçosa e  fresca, são 20.000 m2 de área plana , com vários pés de frutas: pequi, mexericas , laranjas , um galinheiro bem montado e uma oficina , onde o Ademir pratica suas artes de cutelaria ( inclusive
acabou consertando e afiando uma tesoura e um alicate de cutícula da Silvia).

Magrão também , nos presenteou com uma costela no bafo, que estava simplesmente imperdível , fora a preocupação que teve  em comprar  cervejas que gostássemos . Assim passamos o dia , colocando a conversa em ordem e dando risadas, inclusive com as tiradas dos meninos , que são ótimos . Na hora de dormir , simplesmente desmaiamos , de cansaço e também  pela sensação de um dia bom.
                                           

 01/09/2019- Domingo - Nos despediremos de nossos amigos  e  chegaremos em Alter do Chão

Ao acordarmos , no domingo , notamos que Ana Lúcia havia nos preparado uma mesa de café da manhã e mais uma vez ficamos muito gratos. Após despedir-mo-nos de todos , o Magrão muito gentilmente se ofereceu e nos levou até o aeroporto , onde precisávamos chegar até às  11 hs , pois nosso voo estava marcado  para as 13:00 hs , chegaríamos então em Santarém às 15:30 hs . Esse fim de semana com o Ademir  e a família foi extremamente agradável, esperamos revê-los muito em breve .

Durante o voo , sentou-se em nossa mesma fileira uma moça muito simpática , chamada Maiara , que nos deu muitas dicas sobre Santarém e Alter também , pois conhece bem os dois lugares , inclusive ela aluga casa pelo Airbnb  lá em Alter, outra dica preciosíssima foi um restaurante em Santarém para comermos um ótimo pescado, que se chama Piracema .

Já em  solo paraense , nos foi oferecido por um taxista uma corrida até Alter do Chão pelo valor de R$70,00, achamos muito bom o valor  e seguimos viagem , são 33 Kms de distância , por duas estradas muito boas , porém é possível já no caminho notar a carência de algumas comunidades , mas independente de qualquer coisa , as paisagens são maravilhosas.

Alter é um distrito de Santarém , lá chegando o taxista  fez questão de pegar a rua da praia, que direto daria  de frente com a Pousada do Tapajós , que seria nosso endereço nesse lugar maravilhoso, descemos nossas malas e fizemos o check in na recepção com um rapaz muito bacana, o Anderson.  A Pousada é extremamente agradável, nossa suite tem banheiro privativo , ar condicionado ( não daria para aguentar sem ) e frigobar , há um redário e churrasqueira . Após acomodar nossas coisas , vamos para a rua e nos dirigimos  à praça central da cidade, que fica há 3 quarteirões de distância .

Nessa praça identificamos o restaurante do italiano , que nos foi indicado pela Maiara e outros , há também um grande número de barracas , onde pode-se consumir o Tacacá  , o pato no tucupi, doces e sorvetes, porém preferimos ir a um restaurante chamado Vila Verde e lá pedimos um peixe Pirarucu na manteiga , que vem acompanhado de arroz, vinagrete e farofa , uma delicia . Lá ainda provamos pela primeira vez a cerveja Tijuca puro malte , cuja fabricação é lá no Pará , Após a refeição e saciados, ainda passamos  do mercado Mingote e compramos algumas coisas para levarmos para a pousada , como frutas , cervejas e águas .

Depois de tudo isso , dirigi-mo-nos  de volta à Pousada  , assistimos um pouco de TV e em torno de 22:00 hs desmaiamos de sono e cansaço , pois sabemos que  amanhã será um dia de surpresas , passeios e magia desse lugar encantado . Boa noite
























Já em Alter do Chão , algumas partes da Pousada  e da cidade